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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Conama define linguagem para uso em publicações socioambientais


Portal do Meio Ambiente.

Conama define linguagem para uso em publicações socioambientais

Carlos Américo

As campanhas e projetos de comunicação e educação ambiental deverão ter linguagem clara para assegurar que todos tenham acesso à informação ambiental de forma transparente. Isso é o que define a resolução nº 442, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), publicada nestaa quarta-feira (24/03), no Diário Oficinal.

A resolução define as novas orientações e diretrizes para linguagem e abordagem inclusive em conteúdos de livros didáticos e publicações oficiais destinadas à educação no País. A medida surgiu da necessidade de atualização e adaptação de conteúdos que nem sempre refletem a realidade das questões socioambientais e sua contextualização entre os dilemas da atualidade.

Para o diretor de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Claudison Rodrigues, a resolução vai nortear organizações não governamentais e até empresas que queiram trabalhar a educação ambiental para que sejam realizados trabalhos mais qualificados. "A resolução será a referência para quem quiser trabalhar o tema. Isso fortalece a educação ambiental", ressaltou Rodrigues.

Para a coordenadora geral de educação ambiental do Ministério da Educação, Rachel Trajber, a resolução adapta os conteúdos aos novos tempos, onde o debate mundial em torno das mudanças climáticas assume novas proporções.

A idéia é sintonizar a educação ambiental praticada no Brasil à Política e ao Programa Nacional de Educação Ambiental, que é gerido pelos ministério do Meio Ambiente e da Educação. A resolução se direciona a conteúdos da internet, produção de material didático e filmes educativos. Muitas publicações atuais trazem, segundo Trajber, informações equivocadas e abordagens impróprias dos problemas ambientais.

A resolução ainda prevê uma maior interação com o Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), em especial o próprio Conama, o que garantirá uma melhoria da qualidade dos conteúdos, sem qualquer engessamento.



Fonte: MMA / Reasul .

quinta-feira, 25 de março de 2010

Lançamento de livro com o Professor Emérito da USP Kenitiro Suguio sobre o Aquecimento Global


O Laboratório de Geologia Costeira, Sedimentologia & Meio Ambiente do Museu Nacional - UFRJ com o apoio da Associação Brasileira de Geologia de Engenharia - ABGE (núcleo RJ), promoverá no dia 26 de março de 2010 as 14.30 horas no Auditório Roquete Pinto - Museu Nacional, Quinta da Boa Vista - São Cristovão, conferência e lançamento de livro com o Professor Emérito da USP Kenitiro Suguio sobre o Aquecimento Global?. O autor responde de forma contundente aos alarmistas do aquecimento global, que reivindicam medidas economicamente impraticáveis, apoiadas em relatórios decorrentes de modelos incompletos e exagerados. Ele ainda argumenta em prol de preocupações mais imediatas, como execesso populacional para capacidade do planeta, água potável e suprimetos de alimentos. Na visão do Professor Kenitiro Suguio há processos astronômicos e geológicos em curso que são negligenciados nos estudos e nas previsões climáticas de aquecimento global. Estamos no final de uma era interglacial, por exemplo, que implica resfriamento do clima. O assunto é mais complexo do que os ideólogos cientificamente desinformados querem fazer crer.  

quinta-feira, 4 de março de 2010

Livro: AS ÓRBITAS DO SÍTIO

AS ÓRBITAS DO SÍTIO
Subsídios ao Estudo da Política Indigenista no Brasil, 1910–1967
Antonio Carlos de Souza Lima

Faça aqui o download dessa publicação.


>> APRESENTAÇÃO
Três décadas depois de sua constituição, um balanço inicial revela que o acervo de documentos relativos à história do indigenismo brasileiro no século XX depositado no Museu do Índio contribuiu para a elaboração de centenas de artigos, dissertações e teses sobre a cultura indígena e a política indigenista, envolvendo atividades do Serviço de Proteção aos Índios (SPI), do Conselho Nacional de Proteção aos Índios (CNPI), da Comissão Rondon e da Fundação Brasil Central (FBC).
O antropólogo Antonio Carlos de Souza Lima foi um dos primeiros cientistas sociais a fazer observações sobre a organização desse acervo: constatou então a marginalização de boa parte da documentação administrativa do SPI, o que produziu lacunas até hoje existentes na história dessa instituição. Isso, contudo, não impediu que Souza Lima elaborasse uma obra seminal, em que analisa a intervenção do Estado brasileiro em face dos povos indígenas desde os primórdios da conquista do Brasil. A noção de “poder tutelar”, construída nessa pesquisa para a elaboração de sua tese de doutorado, tem sido profícua, sendo empregada em inúmeros trabalhos sobre as mais diversas realidades sociais.
Para desenvolver a pesquisa da tese, Souza Lima contou com a colaboração em campo de jovens e talentosos historiadores e cientistas sociais, que coletaram documentos, produzindo uma das maiores sistematizações de informações já vistas em trabalhos antropológicos. Coordenando essa equipe de estagiários do Programa de Estudos de Terras Indígenas (PETI), coube a Souza Lima lapidar o material de campo, transformando-o numa tese inovadora sobre o indigenismo brasileiro, que supera as obras propagandísticas então predominantes nessa área.
Os dados que Souza Lima apresenta aqui constituem, originalmente, a maior parte do segundo volume de sua tese e são uma amostra do potencial do acervo depositado no Museu do Índio: listagens inéditas de diretores, inspetores e outros servidores indigenistas, organogramas históricos das organizações, tabelas de orçamentos, mapas raros, legislações regimentais e sínteses de informações regionais sobre a ação do SPI. Trabalhando há trinta anos com tal acervo, até hoje sou surpreendido por novas revelações que o manuseio de mais de quinhentos mil documentos proporciona. Há ainda muito material inédito a explorar, como a imensa documentação relativa aos estados do Mato Grosso e do Pará.
A divulgação das fontes primárias utilizadas por Souza Lima valoriza um acervo cujo desvendamento pode colaborar para o amadurecimento de propostas políticas relativas ao futuro dos povos indígenas do Brasil. Cabe a novos pesquisadores colocar mãos à obra, agradecendo a generosidade do antropólogo que aqui divulga suas fontes de pesquisa.
Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 2009
Carlos Augusto da Rocha Freire
Doutor em Antropologia Social pelo Museu Nacional/UFRJ
Pesquisador do Museu do Índio.
Disponível para download gratuito em:
http://www.laced.etc.br/diverso/publicacoes.html
Capa, projeto gráfico, escaneamento, montagem e tratamento de originais:
Jorge Tadeu Martins da Costa
________________________________________________________________
As órbitas do sítio: subsídios ao estudo da política indigenista no Brasil, 1910–1967.
Antonio Carlos de Souza Lima
Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, LACED/Museu Nacional/UFRJ, 2009.
256 P. 21 x 29,7 cm
ISBN: 978-85-7740-069-0
Inclui mapas, gráficos, tabelas e quadros.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Portal de Periódicos Revues.org

Revues.org est un portail de revues en sciences humaines et sociales, ouvert aux périodiques désireux de publier en ligne du texte intégral. Revues.org constitue une plateforme d’édition électronique complète et construit un espace dédié à la valorisation de la recherche, publiant en libre accès des dizaines de milliers de documents scientifiques. Le portail a pour mission de promouvoir l’édition électronique scientifique, dans le respect de l’équilibre économique des publications. Revues.org garantit aux revues une autonomie éditoriale et leur offre des perspectives d’innovation adaptée au numérique.

Sítio: http://www.revues.org/

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

EUROPEAN GEOSCIENCES UNION GENERAL ASSEMBLY (EGU2010)

Chamada para publicação no evento abaixo:

VIENNA, AUSTRIA 02–07 MAY 2010

Dear colleagues and friends,

We are pleased to announce the second call for submissions to the following
Geomorphology Session at the EGU General Assembly 2010, 02-07 May 2010,
Vienna, Austria:

GM10.2
COASTAL ZONE GEOMORPHOLOGIC INTERACTIONS: NATURAL VERSUS HUMAN-INDUCED
DRIVING FACTORS, information on which please find below.
Session link: http://meetingorganizer.copernicus.org/EGU2010/session/3085

CONVENERS:
Dr. Margarita Stancheva
Institute of Oceanology - Bulgarian Academy of Sciences
stancheva@io-bas.bg

Dr. Andreas Baas
Department of Geography - King's College London
andreas.baas@kcl.ac.uk

Dr. Giorgio Anfuso
Faculty of Marine Science - University of Cádiz,
giorgio.anfuso@uca.es

We would like to encourage you to submit your abstracts before 18 OF JANUARY
2010 and we would appreciate if you make the second circular accessible to
other colleagues who might be interested in participating in this EGU2010
Geomorphology Session.

PLEASE NOTE THAT THE DEADLINE FOR FINANCIAL SUPPORT APPLICATION IS 04 OF
DECEMBER 2009

Further information about the EGU General Assembly 2010 can be found at:
http://meetings.copernicus.org/egu2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Chamada de Artigos: Revista Em Pauta número 25

O Comitê Editorial da Revista Em Pauta, torna pública a chamada de artigos para o número 25 do periódico cujo tema será “Movimentos e Lutas Sociais: questões teóricas, históricas e de pesquisa”.

Os artigos serão recebidos até o dia 08 de março de 2010.

Maiores informações em www.fss.uerj.br

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Biblioteca Virtual PNUD

A Biblioteca Virtual permite baixar textos sobre desenvolvimento humano e acessar conteúdo de bases de dados e periódicos.

A Escola Virtual para América Latina e Caribe, que oferece cursos sobre desenvolvimento humano a funcionários públicos, universidades, líderes sociais e pessoas ligadas à elaboração de políticas públicas, está ampliando seu acervo online através da Biblioteca Virtual.

Versão melhorada do antigo Catálogo Online de Aceso Público da escola, a biblioteca disponibiliza na internet uma série de textos sobre assuntos como desenvolvimento humano, gênero, meio ambiente e pobreza.

Biblioteca Virtual: http://www.escuelapnud.org/biblioteca/

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Pesquisa sobre presença do Estado - IPEA

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentou nesta terça-feira (15), em São Paulo, o estudo Presença do Estado no Brasil: Federação, suas Unidades e Municipalidades. Com base em dados de ministérios e do IBGE, a publicação permite conhecer os municípios, estados e regiões mais carentes em áreas como educação, saúde, segurança pública e previdência social.

Estudo disponível em:
http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/presenca_estado_brasil/index.html